Várias cidades, o mesmo problema,
mas há uma solução fácil...

ORSON PETER CARRARA
de Mineiros do Tietê, SP

A experiência de visitar vários Centros Espíritas nas mais diversas cidades tem nos dado oportunidade de constatar que os problemas e dificuldades enfrentadas se equiparam. São os mesmos... Falta de trabalhadores, melindres, dificuldades em alterar antigos e distorcidos procedimentos, práticas estranhas, desunião e outros pequenos problemas.

Felizmente, porém, não são só problemas que encontramos. Há Casas modelares em toda parte, trabalhando com grande qualidade e competência, divulgando e estudando a Doutrina de maneira exemplar. Casas onde se respira a Doutrina e elevação. Ambientes formidáveis...

Mas, para aqueles que desejam superar suas dificuldades, existe uma solução muito simples: PRIORIZE O ESTUDO! Onde há Doutrina, a solução para todos os problemas surge fácil...

Por que há brigas? Por que o Centro não progride? Por que há dificuldades estruturais? Falta de estudo, eis a resposta...

Estudar não é ler. Estudar não é só proporcionar palestras.

Estudar é pesquisar, estimular o aprofundamento das questões doutrinárias, integrar toda equipe, criar aquele laço de fraternidade e encontro semanal na Casa Espírita, onde se fortalecem as ligações de amizade, entendimento e vivência espírita.

Ao mesmo tempo, comente nas reuniões os livros consultados, distribua jornais espíritas, comentando seu conteúdo. Estimule o freqüentador e trabalhador da Casa a levar o jornal para casa e dele se tornar assinante. Funde o CLUBE DO LIVRO (modalidade muito simples de divulgação do livro), organize a FEIRA DO LIVRO, mostre os novos lançamentos, leve fitas (áudio e vídeo) e CDs espíritas para exibir, revistas e sem dúvida, esteja junto com seu público inclusive através de almoços de confraternização.

Participe, promova e leve seu pessoal aos eventos promovidos pelo movimento e você verá a equipe entusiasmar-se, superando os problemas...

Tudo precisa ser estimulado. Os resultados virão fatalmente.

Priorizar o estudo, valorizar o homem... Eis a questão!