Outubro: A CRIANÇA EM FOCO
Outubro lembra criança, esperança e futuro - um futuro sempre melhor, isento das distorções do presente.
Entretanto, ao lado dessa perspectiva otimista que sempre devemos ter e preservar, está o raciocínio lógico em relação aos cuidados que estamos dando à infância atual, para não comprometer esse futuro tão esperado.
Nesse particular, dois agentes se evidenciam no processo "ensino-aprendizagem moral": a família e o setor de evangelização da infância que a maior parte dos centros espíritas mantêm.
No desempenho da função de abrigo-escola ao ser reencarnante, o lar é lugar onde a criatura deve receber dos pais e/ou responsáveis, as bases do sentimento e do caráter, como nos ensina Emmanuel ("O Consolador" - item 10).
Tanto os ensinos revelados pelos Espíritos nas Obras da Codificação Espírita e nas obras subsidiárias, bem como as pesquisas educacionais no campo da aprendizagem consideram o período infantil o mais receptivo para a fixação de novos conhecimentos e novos hábitos morais.
Por isso, a conjugação de esforços da família e de evangelizadores são imprescindíveis para gerar as condições ideais à formação moral da criança.
O papel dos pais é da maior responsabilidade, considerando que são na Terra os guardiães desses espíritos encarnados ou desencarnados - por isso, as responsabilidades ultrapassam os limites da responsabilidade do evangelizador.
E o que o evangelizador espera dos pais? Simplesmente: participação - porque o ato de evangelizar uma criança no centro espírita embora seja um "ato de amor", ele só é sustentado quando existe diálogo aberto e fraterno entre pais e evangelizadores. É, pois, uma via de mão dupla, cujo código é "somar para educar".
Pense Nisso. Pense Agora.