Editorial
CAMINHOS PARA A
A PAZ
Certamente, ninguém está indiferente aos acontecimentos que ocorrem em nível internacional, envolvendo vários países em conflitos armados e sem previsão de retorno à paz.
Embora não pairem dúvidas quanto ao crescimento constante do progresso moral na Terra, esse progresso ainda não alcançou um nível em que a humanidade pudesse viver sem preocupações de atos de violência, resultando daí, dores e sofrimentos.
Entretanto, devemos e podemos aspirar e trabalhar por um novo estágio que se avizinha para o nosso Orbe - o da regeneração. Depende de nós.
Os emissários divinos que aqui estiveram em diferentes épocas e lugares deram as suas receitas para a construção de um reino de paz. Entre eles, Jesus recomendou uma nova postura moral, resumindo-a em uma só frase: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.
Nesse sentido, ainda estamos engatinhando, mas não podemos perder as esperanças nem o ânimo. Todos somos filhos de Deus, o mesmo Pai e o que nos diferencia é o uso do livre-arbítrio. Cada qual coloca em seu coração o que lhe é afim. Quem coloca a guerra permanece em guerra; quem coloca a paz, vive em paz.
Quando estamos tristes, tudo nos parece triste: o canto dos pássaros, a música, até mesmo a buzina de um carro. E quando estamos alegres tudo (sons, paisagens) se torna alegre.
Isto evidencia que não há uma realidade externa igual para todos, Cada um percebe o exterior, conforme seu interior. Não podemos mudar o mundo de fora, mas podemos mudar nosso íntimo. A medida que transformamos nosso interior, desenvolvendo o equilíbrio, a calma, a serenidade, a confiança em Deus e em nós, vamos percebendo o mundo exterior, de outro modo.
E a medida que nos transformamos para melhor, naturalmente contribuímos também para melhora do meio em que vivemos.
Diante da realidade atual, que por vezes se nos apresenta adversa, fiquemos com a recomendação de Jesus: desarmemo-nos, entendendo que sem perdão não há compreensão dos problemas alheios, sem tolerância não aceitaremos o próximo e sem renúncia não há doação.
Pense Nisso. Pense Agora.